Educação e responsabilidade financeira desde criança

Existe um momento ideal para começar a falar sobre o dinheiro com os filhos? E como fazer isso? Essas são dúvidas comuns no dia a dia do brasileiro, afinal, finanças não é um assunto abordado nas escolas, ou seja, ou você ensina, ou ele terá de aprender sozinho quando crescer. 

É essencial ensinar às crianças sobre como o mundo das finanças funciona e qual a melhor forma de lidar com o dinheiro no dia a dia, assim, ela saberá a importância do dinheiro desde a infância, se tornando um adulto mais responsável.   

Com esses conhecimentos vindo dos pais ela já poderá controlar o próprio dinheirinho da mesada, por exemplo, alcançando seus pequenos objetivos. 

Com algumas dicas básicas é possível passar uma boa percepção do dinheiro aos pequenos.  Continue o texto e veja as nossas dicas de como abordar a importância das finanças com as crianças. 

 

Por que é importante falar de educação financeira com crianças e adolescentes? 

 

As escolas não costumam dar aulas sobre finanças e, por algum motivo, muitos pais têm certo receio de falar sobre o assunto com os filhos. Porém, de alguma forma essa criança precisará de alguma educação financeira no futuro, não é? Então, por que não começar desde cedo?

Falar sobre dinheiro estimula a criança a trabalhar sua imaginação, podendo definir pequenas metas, além de cultivar um bom hábito desde a infância. Ela poderá compreender a importância de poupar, a ter disciplina e organização.  

Assim na hora que seu filho crescer, adquirir um cartão de crédito, ou até pedir um empréstimo você não precisa se preocupar, já que ele vai ter a maturidade necessária para tais coisas. 

Conversar saudavelmente sobre grana fará seu filho entender que dinheiro tem limite e que a vida não funciona comprando tudo o que se quer e quando quer. 

 

Qual o momento para começar a educação financeira? 

 

Não há resposta exata sobre uma idade mínima ou máxima para aprender a lidar com dinheiro, porém, especialistas recomendam começar já no início da infância, entre 3 e 5 anos.

Durante esse período a criança já consegue se comunicar e entender melhor o que acontece ao seu redor, então os pais podem começar a conversar de maneira simples e direta sobre como o processo funciona. Tente abordar o tema de forma divertida e agradável para ela. 

 

Quais as vantagens de ensinar seus filhos sobre educação financeira? 

 

Nos tópicos anteriores você já percebeu que falar sobre finanças com os filhos é essencial, mas quais as vantagens dessa educação logo na infância? 

Já de início ela começará a compreender a importância do dinheiro e que para tê-lo não basta passar o cartão em uma máquina ou sacar no caixa eletrônico, mas que é preciso trabalhar – e trabalhar duro, muitas vezes.  

Além disso, ela entenderá que há um limite de gasto para o mês, sendo preciso organização e planejamento para durar quatro ou cinco semanas. 

Algumas outras vantagens de conversar sobre o dinheiro:

  • Reduz o nível de estresse ao longo da vida;
  • Aumenta o senso de responsabilidade;
  • Desenvolve conhecimentos de lógica e matemática;
  • Melhora nas tomadas de decisão;
  • Amplia a consciência de classes;
  • Aumenta a autonomia.

 

O que ensinar para seus filhos? 

 

Agora que já entendeu sobre quando começar e a importância de conversar sobre finanças, o que ensinar para as crianças, afinal?   

A primeira coisa é ensinar sobre o não: Não podemos comprar esse brinquedo agora. Ensinar desde cedo que é preciso pagar pelo produto, ou seja, pagar com dinheiro – e que esse dinheiro já está encaminhado para outros objetivos (ou que simplesmente o orçamento não pode cobrir aquele valor). Quando o assunto é grana, é preciso de limites.

Quando os filhos envelhecerem alguns anos já será possível falar literalmente sobre números: foram ao mercado? Compare os preços das guloseimas, por exemplo. Qual o limite para gastar naquele produto específico? Debatam. 

 

Mostre a diferença entre querer e precisar 

Esse item é de extrema importância, especialmente para os próprios adultos – já que, afinal, são os exemplos! Então, antes de abordar sobre as diferenças entre querer e precisar, olhe para si mesmo e veja se você está seguindo por esse caminho.

No dia a dia vá mostrando as diferenças entre as necessidades básicas e os gastos supérfluos. Ensine que a casa, alimentação, higiene e saúde são essenciais, mas que brinquedos podem esperar, por exemplo. 

Ao assistir algum comercial infantil, reforce a importância do dinheiro e sobre desejar/necessitar. Esse reforço diário aumentará sua percepção de gastos, especialmente supérfluos.

 

Aproveite a mesada para ensinar 

 

Se você dá mesada aos seus filhos, provavelmente esse será o primeiro contato real com o dinheiro que terão, ou seja, uma ótima maneira de começar a educá-los sobre finanças. Mas como?  

Antes de tudo, tenha em mente que é a partir dos seis anos, aproximadamente, que a criança começará a ter uma percepção melhor sobre o dinheiro. Durante esse período procure dar o dinheiro semanalmente já que crianças nessa faixa etária não possuem noção de tempo como as mais velhas. A partir de 9 a quantia pode ser quinzenalmente e, a partir dos 12 anos, mensalmente.

Desde o início já o ajude a se organizar, definindo prioridades e metas, mas claro, dê liberdade para ele encontrar seu próprio caminho, aprendendo sozinho. 

 

Crie brincadeiras relacionadas às finanças 

Nada melhor que educar crianças através de brincadeiras. A atividade acaba sendo muito mais lúdica e prática para eles, facilitando para os dois lados. Um exemplo simples e divertido é criar um minimercado ou jogar banco imobiliário. Ambos desenvolvem a noção de administração financeira. Além dos ensinamentos você estará passando tempo de qualidade com seus filhos, o que é sempre gratificante. 

 

Dê responsabilidade financeira às crianças 

 

Nada melhor que ensinar os filhos de maneira prática e real. Como? Dando responsabilidades financeiras a elas. Dessa forma conseguirão entender como os gastos impactam no dia a dia da família. 

A partir de que idade é o ideal? A partir dos 10 anos eles já conseguem compreender suas escolhas com mais facilidade. E para os menores? Apresente coisas mais visuais, como gastar água ou energia elétrica, por exemplo, mostrando que o consumo desnecessário geram mais gastos. 

 

Inclua as crianças em alguma decisão financeira 

 

A partir das responsabilidades financeiras você poderá incluir os pequenos nas decisões. Quer um exemplo? Uma ida ao mercado pode fazer toda a diferença. Passando pelos corredores poderá mostrar sobre o que é essencial e luxo, além de comparar preços e produtos. Peça a opinião deles. 

Outro exemplo é levá-los para comprar o presente ou planejar as férias escolares, afinal, todo momento é ideal para aprender. 

Como começar essa educação 

É possível ensinar sobre educação financeira para os filhos de maneira simples, direta e prazerosa. No nosso site você verá o passo a passo para te ajudar nessa jornada. 

Sobre o Juros Baixos

Há mais de 5 anos no mercado, o Juros Baixos é uma fintech que atua oferecendo soluções financeiras através de um marketplace de crédito e plataforma de bem-estar financeiro.

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